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Observo a História do Mundo para criar a história do meu mundo. Autor do livro O Sangue da Deusa e dos sites Grosyvast, Escritos Fantásticos e Samurai, Study!

Confira aqui todos os artigos de Escritos Fantásticos, Samurai, Study! e Textos Autorais

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Photo by Brett Jordan on Unsplash

O que você precisa saber sobre o Show, don’t Tell ou “Mostre, Não Conte”

Se você é um escritor que faz o dever de casa, já deve ter se esbarrado na máxima “Mostre, Não Conte”. Se não, eu explico. É uma técnica simples que torna a leitura mais imaginativa, mais autêntica, mais criativa. …


Um balão amarelo voando em fundo azul. No balão está escrito em caixa alta Life, ou Vida em português.
Um balão amarelo voando em fundo azul. No balão está escrito em caixa alta Life, ou Vida em português. Photo by Maria Oswalt on Unsplash

Senta ao meu lado e escuta.
O mundo está cheio de histórias tristes e tediosas, você sabe.
Ainda assim, escuta.

Os goles desesperados do Gabriel a cada bebida.
O ranger da porta da Melissa se abrindo na madrugada.
Os soluços da Aninha escondidos no banheiro.
Escuta.

Os homens de preto…


Dunas azuis sob céu noturno sem estrelas.
Dunas azuis sob céu noturno sem estrelas. Photo by Mike Yukhtenko on Unsplash

Oh, o que dizem de Babel? Que as torres são de ouro e os jardins, de diamantes!

O que dizem de Babel? Que o rei é eterno e os filhos, duas estrelas!

Que as paredes dos templos são feitas de sol. Que os salgueiros derramam lágrimas em rios de prata…


Adoro as descrições dele, tanto de pessoas quanto de batalhas. Não têm enrolações e sempre estão conectadas com os personagens que participam da cena. Não me lembro de ter perdido a imersão enquanto lia as Crônicas Saxônicas. O mesmo vale para a Guerra das Rosas de Conn Iggulden, que aliás, considero os personagens desse mais desenvolvidos que os de Bernard (mas é tudo ficção histórica. Será que podemos falar em desenvolvimento de personagens em histórias assim?)

Eu sofro com excesso de metáforas e simbolismos em minha escrita, então Bernard tá me ajudando bastante a deixar as coisas mais objetivas e simples de imaginar. Não seria exagero se eu dissesse que estou lendo os livros dele como um manual praticamente.


Eclipse
Eclipse. Photo by Mathew Schwartz on Unsplash

Em Damah, jogamos os bebês brancos no rio.

Mas maam não me jogou. Maam cuidou de mim. Por causa de Khalur, teve leite até um ano e meio. E dava tudo pra mim.

Maam me amarrou em suas costas e me levou de Damah até Gaim, de Gaim até Lakhah…


Photo by Glen Carrie on Unsplash

Já há um tempo eu venho me decepcionando com o Medium, que ainda se diz uma plataforma que privilegia uma boa leitura.

Bom, é verdade que a leitura aqui é simples, sem distrações, com ótimos textos. Mas nossos dados estão sendo “doados” constantemente às megacorporações (veja a quantidade de coisas…


Mandrágoras, por Jim Kay, ilustrador dos filmes de Harry Potter.

Abre os olhos, princesa.
Tudo vai ficar bem. Não há luz aí, ainda.
Só há trevas.
Feias, pesadas trevas, tão pesadas para braços tão magrinhos…
Consegues levantá-los?
Dói, não dói? Tudo dói.

Escuta teu pai.
Ele crocita lá em cima.
Sempre esteve lá em cima.
Queres ver, princesa?
Saber de quem herdaste o nariz…


Resenha de Os Senhores do Norte, de Bernard Cornwell

Capa do livro AS Crônicas Saxônicas: Os Senhores do Norte, de Bernard Cornwell.
Capa do livro AS Crônicas Saxônicas: Os Senhores do Norte, de Bernard Cornwell.

Trecho favorito

“Ri, subitamente empolgado com a percepção de que estávamos dentro de Dunholm. Pensei em Hild e imaginei-a rezando em sua capela simples com os mendigos já amontoados diante do portão do convento. Alfredo estaria trabalhando, arruinando os olhos com a leitura de manuscritos à luz fraca do alvorecer. Homens estariam…


Um velho de cabelos e barba branca toca um violão laranja sentado no chão e com a cabeça baixa. Está vestido de preto, em trajes de mendigo. A cor predominante em todo o quadro é azul, até mesmo em sua pele.
Velho guitarrista cego, Pablo Picasso (1903–1904)

Lembra do Seu Antônio lá de Serra Redonda?
Aquele que se sentava embaixo dos pé-de-figo,
Naqueles banco de madeira escura do cemitério,
E tocava violão?

Lembra dele, não lembra, compadre?
Pois é.
Seu Antônio tava todo enfeitado naquele dia.
Galante.
Camisa amarela, sapato lustroso.
Lenço vermelho no bolso da camisa.
O queixo azul.
A comadre Vera Lúcia…

Paulo Moreira

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