Observo a História do Mundo para criar a história do meu mundo. Autor do livro O Sangue da Deusa e dos sites Grosyvast, Escritos Fantásticos e Samurai, Study!
Capa. Árvore vermelha sobre uma colina preta. Em seu tronco, há crânios e um machado. O céu atrás é laranja.
Capa O Túmulo da Valquíria, por Paulo Moreira

Um guerreiro viking quer morrer, mas o que há além disso não é o que lhe prometem

Sinopse

Skalla acorda soterrado pelos cadáveres da última batalha. Sozinho e ensanguentado, ele deseja morrer mais que tudo, para que as valquírias o carreguem aos salões dourados de Valholl. …

Tabuleiro e peças de xadrez em preto e branco.
Photo by Felix Mittermeier on Unsplash

6 Conceitos para uma boa História Interativa

Nesse texto eu trago um pouquinho de alguns conceitos que podem ser encontrados em As Crônicas de Gelo e Fogo (Asoiaf) pra quem se baseia no Martin pra escrever. Tem outros, vários outros, mas optei por trazer os menos abordados, uma vez que referenciam os mais conhecidos e estão interligados.

1. MacGuffin: Algo banal que é importante, ou não

Um balão amarelo voando em fundo azul. No balão está escrito em caixa alta Life, ou Vida em português.
Um balão amarelo voando em fundo azul. No balão está escrito em caixa alta Life, ou Vida em português. Photo by Maria Oswalt on Unsplash

Senta ao meu lado e escuta.
O mundo está cheio de histórias tristes e tediosas, você sabe.
Ainda assim, escuta.

Os goles desesperados do Gabriel a cada bebida.
O ranger da porta da Melissa se abrindo na madrugada.
Os soluços da Aninha escondidos no banheiro.
Escuta.

Os homens de preto…

Dunas azuis sob céu noturno sem estrelas.
Dunas azuis sob céu noturno sem estrelas. Photo by Mike Yukhtenko on Unsplash

Oh, o que dizem de Babel? Que as torres são de ouro e os jardins, de diamantes!

O que dizem de Babel? Que o rei é eterno e os filhos, duas estrelas!

Que as paredes dos templos são feitas de sol. Que os salgueiros derramam lágrimas em rios de prata…

Adoro as descrições dele, tanto de pessoas quanto de batalhas. Não têm enrolações e sempre estão conectadas com os personagens que participam da cena. Não me lembro de ter perdido a imersão enquanto lia as Crônicas Saxônicas. O mesmo vale para a Guerra das Rosas de Conn Iggulden, que aliás, considero os personagens desse mais desenvolvidos que os de Bernard (mas é tudo ficção histórica. Será que podemos falar em desenvolvimento de personagens em histórias assim?)

Eu sofro com excesso de metáforas e simbolismos em minha escrita, então Bernard tá me ajudando bastante a deixar as coisas mais objetivas e simples de imaginar. Não seria exagero se eu dissesse que estou lendo os livros dele como um manual praticamente.

Paulo Moreira

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